Final Fantasy VII Rebirth revela data de estreia e trailers inéditos — e o futuro da Parte 3 surpreende os fãs

Durante a Tokyo Game Show 2024, o diretor Naoki Hamaguchi falou sobre o que vem pela frente em Final Fantasy VII Rebirth e deixou os fãs ainda mais empolgados. Além das novidades sobre as versões para Nintendo Switch 2 e Xbox Series X|S, o bate-papo revelou detalhes que mostram como a Square Enix está planejando o futuro da trilogia com muito cuidado e ousadia.

Prepare-se: há novas tecnologias, surpresas sobre o formato físico dos jogos e até pistas sobre o encerramento da saga.

Nintendo Switch 2 e o novo formato Game Key Card

Um dos assuntos mais comentados do evento foi a chegada de Final Fantasy VII Rebirth ao Nintendo Switch 2 e o uso do novo Game Key Card — que vai substituir os cartuchos tradicionais.

Segundo Hamaguchi, a mudança está ligada ao desempenho do console. Ele explicou que a velocidade de leitura dos cartuchos antigos poderia limitar a experiência, e por isso a Nintendo decidiu apostar nesse novo formato.

“Acredito que a Nintendo vai popularizar o Game Key Card. É uma ideia fantástica para desenvolvedores e jogadores”, comentou o diretor.

A Square Enix vê o novo sistema como um passo natural para o futuro dos jogos físicos, especialmente em títulos grandes e complexos como Rebirth. Para os fãs da Big N, a notícia reforça que o Switch 2 vai receber jogos de peso com desempenho digno da nova geração.

Acessibilidade e novas formas de jogar

Outro ponto de destaque foi a abordagem da acessibilidade em Final Fantasy VII Rebirth. O título contará com o modo fácil, o infinite health e outros recursos dentro do sistema Streamlined Progression, pensado para quem quer aproveitar a história sem se preocupar com desafios intensos.

Hamaguchi explicou que a ideia não veio de críticas à dificuldade, mas de uma observação sobre como as pessoas jogam hoje.

“Alguns jogam na TV, outros no PC ou no portátil. Queríamos refletir essa diversidade na forma de jogar nossos títulos.”

O resultado é uma experiência mais inclusiva, que respeita o ritmo e o estilo de cada jogador — sem perder o equilíbrio entre desafio e diversão.

Sem DLC — foco total na conclusão da trilogia

Muitos esperavam que Rebirth ganhasse um conteúdo adicional, como o Intergrade, lançado após o primeiro remake. Mas Hamaguchi foi direto: não haverá DLC para Final Fantasy VII Rebirth.

“Chegamos a considerar, mas concluímos que o que os fãs mais querem é o terceiro jogo.”

O foco da equipe está totalmente na parte final da trilogia, que promete encerrar a jornada de Cloud e companhia com um nível de qualidade ainda mais alto.

Mesmo assim, o diretor não descartou a possibilidade de um conteúdo extra no futuro — mas apenas depois que toda a trilogia estiver completa. Um indício de que o universo de Final Fantasy VII ainda tem muito espaço para se expandir.

Queen’s Blood pode virar jogo solo — e os fãs já estão pedindo

Entre as curiosidades da entrevista, Hamaguchi também comentou sobre o sucesso do minigame Queen’s Blood, que conquistou os jogadores dentro de Rebirth.

Embora o foco da equipe esteja totalmente voltado à trilogia, o diretor não descartou a ideia de transformar o jogo de cartas em um título independente.

“Se houver demanda, podemos considerar um jogo solo de Queen’s Blood.”

Com a repercussão positiva, não seria surpresa ver a Square Enix investindo em algo maior — talvez até um spin-off competitivo no estilo Gwent ou Triple Triad.


A trilha sonora e o amor por “Bow Wow Wow”

Encerrando o bate-papo com bom humor, Hamaguchi revelou sua música favorita da trilha de Rebirth: “Bow Wow Wow (Chuken Stamp)”, uma faixa divertida e contagiante que ele disse “ficar presa na cabeça de quem ouve”.

É mais uma prova de que o estúdio está cuidando de cada detalhe, da narrativa às emoções transmitidas pela música — um dos pilares da magia que fez Final Fantasy VII marcar gerações.

O que esperar do futuro de Final Fantasy VII Rebirth

Com o lançamento se aproximando, fica claro que a Square Enix está comprometida em encerrar essa trilogia com grandeza.
A chegada ao Nintendo Switch 2, o cuidado com acessibilidade, e a ausência de DLC são sinais de uma estratégia clara: entregar uma experiência completa e memorável desde o primeiro dia.

E se depender do entusiasmo de Naoki Hamaguchi, o terceiro capítulo promete ser o mais ambicioso e emocionante de todos.

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Igor Homem

Igor é o fundador e coração por trás da GeekSphere. Programador de formação e um verdadeiro entusiasta da cultura pop, ele decidiu unir sua expertise técnica com sua paixão pelo universo geek. Há um ano, transformou um sonho em realidade, criando um blog que é, há 7 meses, seu projeto de vida: um espaço dedicado a entregar tudo de melhor que a cultura nerd tem a oferecer. A GeekSphere é a materialização do seu propósito: compartilhar conhecimento, análises e a paixão que movem essa comunidade.